Vídeo Institucional

O vídeo acima é um Institucional encomendado pela Heineken para exibir internamente suas ações de Trade e Live Marketing em Campos do Jordão na temporada 2017.

O vídeo é para o digital o que o comercial foi por décadas para a TV – o primeiro e mais eficiente
caminho para a construção de uma marca.

 

Em especial no Brasil, um país de fanáticos poraudiovisual, como define Fernanda Cerávolo, diretora do YouTube Brasil, o vídeo é a principal ferramenta de construção de marca porque, além de comunicar, ele engaja. “Ao engajar, permite apropriação, ou seja, as pessoas deixam de ser consumidoras potenciais da marca para se transformar em porta-vozes”, afirma.

 

O moderno, no entanto, não se apresenta para simplesmente concorrer com o tradicional.

 

Existe entre o vídeo digital e o comercial de TV uma complementaridade. Seja no meio tradicional, seja no digital, o filme é ideal para contar uma história com começo, meio e fim.
A diferença é que, no segundo, a interação é possível – e bem-vinda.

 

Uma marca, ao criar um comercial para o digital, pensa (ou deveria pensar) automaticamente em call to action.

 

A comunicação, então, deixa de ser one way para se tornar uma conversa. Além disso, como ressalta Renata Altemari, head de Video Solutions do Twitter, explorar a combinação e a sinergia entre o comercial tradicional e o vídeo digital pode ser muito poderoso para reforçar flight de marcas, merchandising e participar de conversas relacionadas a programas e eventos na TV que têm grande visibilidade. “A combinação de TV e digital ajuda a reverberar a mensagem da marca”, diz ela.

Por que é importante?

 

A combinação de TV e digital ajuda a reverberar a mensagem da marca.

 

João Ciaco, head de Brand Marketing Communication da Fiat Chrysler Automóveis da América Latina, concorda.
“Não dá para pensar uma mídia isolada da outra. Nenhuma estratégia é eficiente sozinha porque a combinação das mídias é que faz sentido”, afirma.

 

Para ele, a jornada do consumidor é que determina qual mídia faz sentido em cada momento.
“A internet trouxe um olhar diferente sobre as potencialidades do vídeo”, afirma. Antes dela, o vídeo era para ser assistido em determinado horário. Hoje, é parte do dia a dia, muitos conteúdos chegam por vídeo, as pessoas também se comunicam por vídeo nas suas ferramentas digitais.

 

A complementaridade também ocorre porque existe outra grande diferença entre o filme de TV e o filme de internet: a secundagem. Enquanto o padrão de publicidade na TV é de 30 segundos, no digital ela praticamente não tem limites. Muitas histórias bem contadas na TV podem ter desdobramentos e complementos no digital.
“O vídeo online já faz parte da nossa vida: 80% dos internautas preferem ver conteúdo audiovisual a ler em texto”, lembra Marcio Figueira, presidente do Comitê de Vídeos do IAB Brasil, em 2017, e CCO da DynAdmic.
No Brasil, 86% dos usuários de internet assistem ao conteúdo em vídeo, sendo que 36% veem pelo menos uma vez ao dia, de acordo com a comScore*.

fonte: iab brasil